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não costumam ser as nossas ideias que nos fazem optimistas ou pessimistas, é antes o nosso optimismo ou pessimismo, de origem filosófica ou porventura patológica, que faz as nossas ideias.
in
do sentimento trágico da vida
miguel de unamuno
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[tornei a apaixonar-me]
desta vez foi por uma gaja, que por sinal até é fufy.
chama-se klara lidén
e este video kasta macka
desta vez foi por uma gaja, que por sinal até é fufy.
chama-se klara lidén
e este video kasta macka
em:
artes,
centrífugo,
klara lidén,
study girl
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[paradox-me]
sometimes doing something leads to nothing and sometimes doing nothing leads to something
sometimes doing something leads to nothing and sometimes doing nothing leads to something
em:
citação,
francis alÿs,
study girl
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[o soberano bem, ou estar mal de soberania]
do 'filosofo poeta', jacques derrida
(um pensamento zoológico)
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não se sabe pois lá muito bem, se o género humano pertence a uma centena de homens, ou se essa centena de homens pertence ao género humano. (...) eis assim a espécie humana dividida em rebanhos de gado, tendo cada um o seu chefe, que o guarda para devorar.
rosseau
.
.
concluo que pelos vistos não nos andamos a comer o suficiente uns aos outros - sendo o lugar da devoração o mesmo da vociferação, nesta deveria constar aquilo que se ingeriu... mas os arrotos que oiço soam-me todos ao mesmo.
acho que a nossa soberania se anda a comer a si mesma - uma dieta pouco saudável que lhe faz perder cada vez mais peso.
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do 'filosofo poeta', jacques derrida
(um pensamento zoológico)
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não se sabe pois lá muito bem, se o género humano pertence a uma centena de homens, ou se essa centena de homens pertence ao género humano. (...) eis assim a espécie humana dividida em rebanhos de gado, tendo cada um o seu chefe, que o guarda para devorar.
rosseau
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concluo que pelos vistos não nos andamos a comer o suficiente uns aos outros - sendo o lugar da devoração o mesmo da vociferação, nesta deveria constar aquilo que se ingeriu... mas os arrotos que oiço soam-me todos ao mesmo.
acho que a nossa soberania se anda a comer a si mesma - uma dieta pouco saudável que lhe faz perder cada vez mais peso.
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[a potência de existir - um manifesto hedonista]
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não é que ele me diga nada que eu já não soubesse ou intuísse. simplesmente diz-mo no tom certo: como se estivesse à minha frente na mesa dum café.
gosto da forma como dá de si, em contradição como na vida, e é aí que me entendo com ele:
- a filosofia salvou-lhe a vida.
- a mim, foi quase...
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não é que ele me diga nada que eu já não soubesse ou intuísse. simplesmente diz-mo no tom certo: como se estivesse à minha frente na mesa dum café.
gosto da forma como dá de si, em contradição como na vida, e é aí que me entendo com ele:
- a filosofia salvou-lhe a vida.
- a mim, foi quase...
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[see it?]
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.li ainda agora aqui a frase: um criador é um copista falhado – faço uma vénia ao autor, é mesmo isso.
historicamente a tentativa primordial sempre foi a cópia, só quem não conseguia reproduzir o que via é que criava: a justificação para a falha entre o visível e o desenhável.
como tantas outras vezes: a arte ensina-me a ver a vida.
não a consigo copiar, portanto crio-a: à vida, não à arte – porque se criar a vida que quero depois recriar, posso-me sentar e copiá-la fielmente ou traí-la conscientemente.
coleccionar não é uma coisa nem outra – é simplesmente observar, consumir: a justificação para a falha entre a vivência e o sofá.
o lugar do observador será sempre passivo, confortável e protegido.
e se a perversidade é filha da passividade o lugar desta família monoparental é a exuberância que faz dum grão de areia o diamante mais puro.
e quanto a isto:
quanto à linguagem, ainda sou mais preconceituosa:
a poesia, por mais maldita que seja será sempre a justificação para a falha entre a vivência e a falta dela.
***
é na acção que está a vida, não na linguagem.
(pena a arendt não ter tido isso em consideração quando se deixou apaixonar pelo heidegger...)
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.li ainda agora aqui a frase: um criador é um copista falhado – faço uma vénia ao autor, é mesmo isso.
historicamente a tentativa primordial sempre foi a cópia, só quem não conseguia reproduzir o que via é que criava: a justificação para a falha entre o visível e o desenhável.
como tantas outras vezes: a arte ensina-me a ver a vida.
não a consigo copiar, portanto crio-a: à vida, não à arte – porque se criar a vida que quero depois recriar, posso-me sentar e copiá-la fielmente ou traí-la conscientemente.
coleccionar não é uma coisa nem outra – é simplesmente observar, consumir: a justificação para a falha entre a vivência e o sofá.
o lugar do observador será sempre passivo, confortável e protegido.
e se a perversidade é filha da passividade o lugar desta família monoparental é a exuberância que faz dum grão de areia o diamante mais puro.
e quanto a isto:
quanto à linguagem, ainda sou mais preconceituosa:
a poesia, por mais maldita que seja será sempre a justificação para a falha entre a vivência e a falta dela.
***
é na acção que está a vida, não na linguagem.
(pena a arendt não ter tido isso em consideração quando se deixou apaixonar pelo heidegger...)
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[the sweet taste of ... what?]
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.lembro-me do tempo em que percorria o território limite,
do prazer que me dava pisar a fronteira
e da adrenalina da vertigem nas viagens pelo outro lado.
essas viagens são-me cada vez mais vãs,
não pela memória das que me esfarraparam
mas pela constatação da imensidão que me falta percorrer em território interno.
escavar buracos e estudar estratos,
observar objectos perenes e caducos,
perceber finalmente que a direcção é vertical e não horizontal.
(a gravidade é um caso grave, realmente...)
a pesquisa é um trabalho solitário,
ascende e cai,
nunca rebola, mesmo quando se trata apenas duma pedra sísifa.
.
.
.
isto é um pouco como o punk inglês nos anos 70 - o objectivo, paradoxalmente, era a conquista de mercado. o esgalhar das guitarras era apenas uma atitude com garantias mainstream e não um real interesse no desbravar de terreno.
.
passa-se o mesmo hoje com a arte
e com as emoções.
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.lembro-me do tempo em que percorria o território limite,
do prazer que me dava pisar a fronteira
e da adrenalina da vertigem nas viagens pelo outro lado.
essas viagens são-me cada vez mais vãs,
não pela memória das que me esfarraparam
mas pela constatação da imensidão que me falta percorrer em território interno.
escavar buracos e estudar estratos,
observar objectos perenes e caducos,
perceber finalmente que a direcção é vertical e não horizontal.
(a gravidade é um caso grave, realmente...)
a pesquisa é um trabalho solitário,
ascende e cai,
nunca rebola, mesmo quando se trata apenas duma pedra sísifa.
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isto é um pouco como o punk inglês nos anos 70 - o objectivo, paradoxalmente, era a conquista de mercado. o esgalhar das guitarras era apenas uma atitude com garantias mainstream e não um real interesse no desbravar de terreno.
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passa-se o mesmo hoje com a arte
e com as emoções.
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em:
centrípeto,
study girl
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[pensando a estupidez].
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allegro ma non troppo (fresquinho, fresquinho! ...acabado de me chegar às mãos)
.
segundo carlo maria cipolla: pode-se classificar a população humana em quatro grandes grupos:
.
- os inteligentes que conseguem ter uma acção que resulte em vantagem para si e também para os outros (ainda que menor).
- os vigaristas que tiram vantagem para si com prejuízo de terceiros.
- os fúteis não geram nem para si nem para os outros, vantagem ou prejuízo.
- os estúpidos que têm uma acção que resulta em prejuízo para si e para os outros (ainda que menor).
.pode-se tb enunciar cinco leis da estupidez:
.- sempre e inevitavelmente, cada um de nós subestima o número de indivíduos estúpidos que há no mundo.
- a probabilidade de que uma determinada pessoa seja estúpida é independente de qualquer outra característica dela mesma.
- uma pessoa é estúpida se ela causa um dano a outra ou a um grupo sem obter nenhum beneficio para si, ou mesmo sofrendo prejuízo.
- as pessoas não estúpidas subvalorizam sempre o potencial nocivo das pessoas estúpidas; esquecem constantemente que em qualquer momento e lugar, e em qualquer circunstância, tratar ou associar-se com indivíduos estúpidos constitui inevitalmente um custoso erro.
- a pessoa estúpida é o tipo de pessoa mais perigosa que existe.
.***
.
vamos lá ver se este me será útil, ou não passa duma estupidez pegada, rsss...
(continua)
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allegro ma non troppo (fresquinho, fresquinho! ...acabado de me chegar às mãos)
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segundo carlo maria cipolla: pode-se classificar a população humana em quatro grandes grupos:
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- os inteligentes que conseguem ter uma acção que resulte em vantagem para si e também para os outros (ainda que menor).
- os vigaristas que tiram vantagem para si com prejuízo de terceiros.
- os fúteis não geram nem para si nem para os outros, vantagem ou prejuízo.
- os estúpidos que têm uma acção que resulta em prejuízo para si e para os outros (ainda que menor).
.pode-se tb enunciar cinco leis da estupidez:
.- sempre e inevitavelmente, cada um de nós subestima o número de indivíduos estúpidos que há no mundo.
- a probabilidade de que uma determinada pessoa seja estúpida é independente de qualquer outra característica dela mesma.
- uma pessoa é estúpida se ela causa um dano a outra ou a um grupo sem obter nenhum beneficio para si, ou mesmo sofrendo prejuízo.
- as pessoas não estúpidas subvalorizam sempre o potencial nocivo das pessoas estúpidas; esquecem constantemente que em qualquer momento e lugar, e em qualquer circunstância, tratar ou associar-se com indivíduos estúpidos constitui inevitalmente um custoso erro.
- a pessoa estúpida é o tipo de pessoa mais perigosa que existe.
.***
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vamos lá ver se este me será útil, ou não passa duma estupidez pegada, rsss...
(continua)
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[mario perniola - do sentir]
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[X]
.
O livro é sobre o sentir e as suas transformações ao longo das últimas gerações.
.
Era uma vez,
num tempo em a informação útil se restringia ao contexto habitado e as opções vivenciais a julgamentos dicotómicos, qualquer experiência vivida era sentida como única, as nuances entre os opostos eram descobertas pela primeira vez in loco.
.
Mas às tantas,
o sentir foi-se globalizando a par com tudo o resto: hoje temos manuais que nos ensinam a lidar com qualquer inquietação desde a infância à velhice. O acesso às excepções já não faz apenas na partilha duma intimidade ou de um segredo - faz-se, e comenta-se, como uma formula. O virtual tornou-se um laboratório por excelência na experimentação dessas excepções, mas como qualquer laboratório é asséptico, as variáveis são controladas e protegidas de contaminações exteriores. O real não é asséptico, contamina-se com o lugar e a proximidade de outro corpo, transformam-se naturalmente numa outra experiência.
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E depois,
depois nada. . .
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O livro é sobre o sentir e as suas transformações ao longo das últimas gerações.
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Era uma vez,
num tempo em a informação útil se restringia ao contexto habitado e as opções vivenciais a julgamentos dicotómicos, qualquer experiência vivida era sentida como única, as nuances entre os opostos eram descobertas pela primeira vez in loco.
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Mas às tantas,
o sentir foi-se globalizando a par com tudo o resto: hoje temos manuais que nos ensinam a lidar com qualquer inquietação desde a infância à velhice. O acesso às excepções já não faz apenas na partilha duma intimidade ou de um segredo - faz-se, e comenta-se, como uma formula. O virtual tornou-se um laboratório por excelência na experimentação dessas excepções, mas como qualquer laboratório é asséptico, as variáveis são controladas e protegidas de contaminações exteriores. O real não é asséptico, contamina-se com o lugar e a proximidade de outro corpo, transformam-se naturalmente numa outra experiência.
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E depois,
depois nada. . .
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em:
do sentir,
livros,
mario perniola,
study girl
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luc boltanski chega a Serralves e diz qualquer coisa como:
dum lado temos os poderosos e do outro os fracassados.
e caracteriza estes últimos como os que:
- não sabem comunicar
- não sabem confiar
- não se sabem moldar
mas de que raio está este gajo a falar?
e continua:
o fracassado é aquele que entende o falhanço profissional como sendo pessoal e até afectivo.
e continua ainda, irónicamente:
assim, se foi despedido a culpa é inteiramente sua – a culpa é individual.
com ironia, mas vamos lá ver…
que culpa?
- a culpa de não saber comunicar?
com o outro ou com o sistema?
- a culpa de não saber confiar?
no outro ou no sistema?
- a culpa de não se saber moldar?
ao outro ou ao sistema?
era sobre estas questões que gostaria de o ouvir com argumentos próprios e não com leituras de lugares comuns sobre a dominação por fragmentação, a inevitabilidade metamórfica do capitalismo ou a sua capacidade de absorver a oposição crítica. porque se é na base da pirâmide capitalista que vivem os fracassados, é na falha que assenta a estrutura capitalista. e sim… a coisa parece estar a dar de si e a crítica (a 'social' ou a 'artística') não encontra argumentos funcionais.
não os encontra… mas chega à 'belíssima' conclusão:
na precariedade é que está a vida!
rssss….
… no mínimo, um pensamento idiotamente estereotipado! se é isto que as ciências sociais concluem então a frase de boltanski:
há um excesso de poder dado às ciências sociais,
faz todo o sentido, e fez desta conferência uma pescadinha de rabo na boca – um círculo sem pontos de fuga.
e eu, chego à conclusão que mandei quase três horas para o galheiro e ainda fiz um post de merda! enfim...
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dum lado temos os poderosos e do outro os fracassados.
e caracteriza estes últimos como os que:
- não sabem comunicar
- não sabem confiar
- não se sabem moldar
mas de que raio está este gajo a falar?
e continua:
o fracassado é aquele que entende o falhanço profissional como sendo pessoal e até afectivo.
e continua ainda, irónicamente:
assim, se foi despedido a culpa é inteiramente sua – a culpa é individual.
com ironia, mas vamos lá ver…
que culpa?
- a culpa de não saber comunicar?
com o outro ou com o sistema?
- a culpa de não saber confiar?
no outro ou no sistema?
- a culpa de não se saber moldar?
ao outro ou ao sistema?
era sobre estas questões que gostaria de o ouvir com argumentos próprios e não com leituras de lugares comuns sobre a dominação por fragmentação, a inevitabilidade metamórfica do capitalismo ou a sua capacidade de absorver a oposição crítica. porque se é na base da pirâmide capitalista que vivem os fracassados, é na falha que assenta a estrutura capitalista. e sim… a coisa parece estar a dar de si e a crítica (a 'social' ou a 'artística') não encontra argumentos funcionais.
não os encontra… mas chega à 'belíssima' conclusão:
na precariedade é que está a vida!
rssss….
… no mínimo, um pensamento idiotamente estereotipado! se é isto que as ciências sociais concluem então a frase de boltanski:
há um excesso de poder dado às ciências sociais,
faz todo o sentido, e fez desta conferência uma pescadinha de rabo na boca – um círculo sem pontos de fuga.
e eu, chego à conclusão que mandei quase três horas para o galheiro e ainda fiz um post de merda! enfim...
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